Uma iniciativa construída no encontro entre trajetórias, conhecimentos e territórios.
A Encruzas atua no desenvolvimento cultural territorial, reunindo diferentes perspectivas para estruturar e produzir projetos e infraestruturas viáveis.
Nosso trabalho parte do reconhecimento das pessoas, conhecimentos, iniciativas e recursos que já existem. A partir deles, articulamos relações, organizamos caminhos e participamos diretamente da realização.
Reunimos capacidades culturais para construir caminhos viáveis de ação.
O que é a Encruzas
A Encruzas é uma iniciativa autoral e colaborativa dirigida por Giovani Schiavini.
Autoral porque nasce de uma trajetória, de uma perspectiva e de critérios próprios de atuação.
Colaborativa porque cada projeto exige conhecimentos, experiências e competências diferentes. Conforme a necessidade, a Encruzas pode reunir profissionais, instituições, agentes culturais e parceiros para construir e realizar uma resposta adequada ao contexto.
Isso significa que não trabalhamos apenas com projetos próprios nem apenas com demandas externas. Combinamos ideias, necessidades, oportunidades, pessoas e recursos para produzir possibilidades concretas.
A Encruzas assume a coerência do conjunto sem pressupor que uma única pessoa precise executar todas as partes.
Giovani Schiavini
Giovani Schiavini é produtor cultural, educador e cientista social.
Sua trajetória cultural começou em 2002 e passou por produção artística e executiva, projetos coletivos, mobilização cultural, gestão pública municipal, educação básica, cultura popular e orientação de tecnologias educacionais.
Formado em Ciências Sociais pela PUC-SP, também realizou formação em programação web e em gestão cultural municipal. Sua atuação combina experiência prática de produção, leitura social, processos educativos, políticas culturais e desenvolvimento de ambientes digitais.
Essas experiências pertencem à trajetória de Giovani e às organizações e coletivos com os quais trabalhou. Elas fundamentam a Encruzas, mas não são apresentadas como projetos anteriormente realizados pela marca.
Caminhos que se encontram
Encruzas nasce da possibilidade de circular entre diferentes territórios, trajetórias e formas de conhecimento.
Uma encruzilhada não é apenas o lugar em que caminhos se cruzam. É também um espaço de encontro, escolha, movimento e abertura para novas possibilidades.
O nome traduz uma forma de trabalhar: compreender de onde cada caminho vem, reconhecer o que ele carrega e criar condições para que o encontro produza algo que antes não existia ou ainda não parecia possível.
A Encruzas não parte da necessidade de inventar tudo novamente. Muitas vezes, as pessoas, as experiências, os recursos e as soluções já existem. O trabalho está em percebê-los, aproximá-los e construir viabilidade a partir da combinação.
O encontro é o meio. A possibilidade de realização é o resultado.
Ampliar o campo do possível
Muitas ideias deixam de avançar porque quem as imagina ainda não conhece uma experiência semelhante, uma política disponível, uma tecnologia adequada, uma pessoa capaz de colaborar ou um caminho possível de execução.
A Encruzas atua nesse intervalo entre imaginar que algo poderia existir e reconhecer que existem condições para começar a realizá-lo.
Nosso propósito é abrir possibilidades e construir caminhos de viabilidade por meio do encontro entre pessoas, conhecimentos, instituições, tecnologias e territórios.
Perspectiva, articulação e produção
A Encruzas observa cada projeto por diferentes perspectivas. Consideramos simultaneamente as necessidades institucionais, as pessoas envolvidas, as condições do território, a comunicação, a tecnologia, a execução e as possibilidades de continuidade.
Essa leitura orienta cinco movimentos:
- Compreender
- Reconhecer
- Articular
- Estruturar
- Produzir
Não nos limitamos a indicar caminhos. Conforme o projeto, também planejamos, coordenamos, produzimos, implementamos e acompanhamos a realização.
Experiência para observar o conjunto
A perspectiva da Encruzas foi construída pela experiência em diferentes posições do ecossistema cultural: produção artística e executiva, cultura popular, mobilização comunitária, gestão pública, educação e tecnologias digitais.
Essa diversidade permite compreender não apenas uma entrega isolada, mas as relações necessárias para que ela funcione: entre gestão e agentes culturais, planejamento e execução, instituição e território, tecnologia e uso cotidiano.
A amplitude da experiência não significa domínio individual de todas as especializações. Ela qualifica a leitura do problema, a identificação das competências necessárias e a coordenação entre as partes.
Uma nova etapa de uma trajetória anterior
O nome Encruzas surgiu durante a pandemia como síntese de uma forma de atuar e de uma trajetória atravessada por diferentes campos.
A marca, porém, não chegou a desenvolver naquele momento uma atuação pública e continuada.
Sua operação efetiva começa agora, tendo a implantação do Mapa Cultural de Itapoá como primeiro projeto territorial e ponto de partida para uma nova etapa profissional.
Por isso, a Encruzas não se apresenta como organização atuante desde os primeiros trabalhos de Giovani. Ela nasce dessa experiência, mas começa a construir seu próprio portfólio a partir de 2026.
A trajetória oferece fundamento. Os projetos da Encruzas começam agora.
Estrutura enxuta, atuação em rede
A Encruzas foi pensada para funcionar de forma simples e sustentável, com direção autoral e composição de equipes conforme cada projeto.
Nem toda competência precisa permanecer dentro de uma estrutura fixa. Quando uma realização exige conhecimentos específicos, buscamos profissionais e parceiros adequados, definindo responsabilidades, autoria, escopo e créditos.
Giovani responde pela perspectiva, articulação, planejamento e coordenação geral das realizações assumidas pela Encruzas.
O que orienta nossas escolhas
Reconhecer antes de substituir
Partimos das pessoas, experiências, conhecimentos e recursos que já existem.
Contexto antes da resposta pronta
A solução precisa considerar as condições reais de quem deverá utilizá-la e mantê-la.
Articulação com responsabilidade
Aproximar pessoas e competências exige papéis, acordos e objetivos claros.
Produção além do planejamento
Quando assumimos uma realização, participamos da passagem entre intenção e execução.
Simplicidade sustentável
Preferimos soluções compreensíveis e viáveis a estruturas complexas que não possam continuar funcionando.
Acessibilidade
Interfaces, conteúdos e processos devem considerar diferentes formas de acesso e participação desde o planejamento.
Memória e continuidade
Documentar decisões e aprendizados faz parte da construção de caminhos futuros.
O que a Encruzas não pretende ser
A Encruzas não se apresenta como consultoria que apenas entrega recomendações, produtora limitada a eventos, agência digital genérica ou empresa de tecnologia que parte da ferramenta antes do problema.
Também não pretende concentrar todas as competências necessárias a qualquer projeto.
Seu lugar está na combinação: compreender o contexto, reunir perspectivas, estruturar o caminho e participar da produção daquilo que precisa acontecer.
Todo caminho começa por algum ponto de encontro.
Uma conversa pode começar por uma ideia, necessidade, oportunidade, problema pouco definido ou proposta de colaboração.